sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Para refletir !

Recebi um texto por e-mail e realmente acho que não seja verdade, mas mesmo assim é muito coerente este texto, então resolvi colocar ele aqui para podermos refletir um pouco.


Alemanha - Início do séc.XX 

Durante uma conferência para universitários, um professor da Universidade de Berlim lançou um desafio aos alunos com a seguinte pergunta:
“ Criou Deus tudo o que existe?"
Um aluno respondeu, convitamente:
Sim, Ele criou …
Deus criou realmente tudo o que existe?
Perguntou novamente o professor.
Sim senhor, respondeu o jovem.
O professor contrapôs: “Se Deus criou tudo o que existe, então Deus criou o mal, já que o mal existe! E se concordamos que as nossas obras são o reflexo de nós próprios, então Deus é mau!!"
O jovem calou-se perante o argumento do mestre que, feliz, regozijava-se por ter provado, uma vez mais, que a fé era um mito.
Outro estudante levanta a mão e diz:
Posso fazer uma pergunta, professor?
Claro que sim, respondeu ele.
O jovem faz uma curta pausa e pergunta:
Professor, o frio existe?
Mas que raio de pergunta é essa?… Lógico que existe, ou acaso nunca sentiste frio?
Responde o aluno: “Na realidade, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na verdade é a ausência de calor. Todos os corpos ou objetos são passíveis de estudo quando possuem ou transmitem energia; o calor é o que faz que os corpos tenham ou transmitam energía”.
“O zero absoluto é a ausência total de calor; todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagirem, mas o frio não existe. Nós criamos esta definição para descrever de que maneira nos sentimos quando não temos calor."
E, a escuridão existe? Continuou o estudante.
O professor respondeu:
Existe.
O estudante respondeu:
A escuridão tão-pouco existe.
A escuridão, na realidade, é a ausência de luz.
“A luz podemos estudar,
a escuridão, não!
Através do prisma de Nichols, pode decompor-se a luz branca nas suas várias cores, com os seus diferentes comprimentos de onda.
A escuridão, não!
… “Como se pode saber quanto escuro está um determinado espaço?
Com base na quantidade de luz presente nesse espaço.”
“A escuridão é uma definição utilizada pelo homem para descrever o que ocorre na ausência da luz.”
Finalmente,o jovem perguntou ao professor:
Professor, O MAL EXISTE?
E este respondeu: Como afirmei no início, vemos crimes e violência em todo o mundo. Isto é o mal.
O aluno respondeu:
“O mal não existe, Senhor, ou pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem…
Em conformidade com os casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.”
Deus não criou o mal.
… O mal é o resultado da ausência de Deus no coração dos seres humanos.
Tal e qual como acontece com o frio quando não há calor, ou com a escuridão quando não há luz.
O jovem foi aplaudido de pé e o mestre, abanando a cabeça, permaneceu em silêncio …
O reitor da Universidade,
dirigiu-se ao jovem estudante e perguntou-lhe:
Qual seu nome?
Chamo-me, ALBERT EINSTEIN.



sábado, 25 de dezembro de 2010

Que Natal vivemos??

Bom pessoal, após toda a comemoração que foi feita e depois das trocas de presentes, eu pergunto onde ficou o verdadeiro sentido do Natal?

Nós vemos em todas as mídias apenas um nome, papai noel, que pela a história pode ter tido uma boa iniciativa em ajudar os menos favorecidos, e mesmo eu sabendo que o natal que pregamos como nascimento de Cristo tenha por inicio em uma substituição de festa pagã, vejo que a nossa fé esta sendo abafada por constantes idealismos.

Digo isso, pois a troca de ideais, ritos ou apenas a troca de informação nas mídias faz com que nossos pensamentos sejam reciclados a todo momento, não nos deixando assimilar a verdade por baixo de todo o pano sujo que rodeia a nossa sociedade contaminada e hipócrita.

No Natal devemos comemorar o nascimento Daquele que veio para dar esperança de salvação a todos nós, não podemos substituir a verdadeira essência da comemoração, que toda nessa máscara idealista caia e que Se levante o Rei dos reis em nossos vidas.


Anderson Pires